Museu Hermitage – Pintores – Parte 02

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , on abril 6, 2011 by olavosaldanha

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A segunda parte da exposição das pinturas do Hermitage, um dos mais belos e importantes museus do mundo. Lembrando que o leitor poderá selecionar a obra que mais gostou durante a série de postagens e pedir uma cópia dela em tamanho grande, se assim desejar. Enviarei imediatamente o link.

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O Museu Hermitage foi fundado em 1764, quando Catarina, a Grande, adquiriu uma coleção de 255 pinturas da cidade alemã de Berlim. As coleções do Hermitage incluem obras de Leonardo da Vinci, Michelangelo, Rafael e Ticiano, uma coleção única de pinturas de Rembrandt e Rubens, muitas obras de impressionistas franceses, Renoir, Cézanne, Manet, Monet, Pissarro, numerosas telas de Van Gogh, Matisse, Gauguin e ainda várias esculturas de Rodin.

A coleção é enorme e diversificada e é uma parada essencial para todos aqueles interessados ​​em arte e história.

Logo depois da vitória triunfal sobre Napoleão, o Imperador Alexandre I pensou em criar uma galeria no Palácio de Inverno, onde morou Catarina, para apresentar os retratos dos líderes militares da Guerra Patriótica de 1812. O artista inglês George Dawe foi convidado para ir a Petersburg fazer os retratos. A série de quadros tornou-se um monumento único à glória militar russa, e enfeitam as paredes da galeria.

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Imagens Aqui
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Referências de pesquisa: Site oficial do Museu (hermitagemuseum.org). O Palácio de Inverno e o Museu Hermitage (www.saint-petersburg.com/virtual-tour/hermitage.asp). Museu Hermitage Amisterdam (hermitage.nl/en/). Explorando o Hermitage (geographia.com/russia/peter02.htm). Fundação Museu Hermitage (hermitagemuseumfoundation.org/). .

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Museu Hermitage – Pintores – Parte 01

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , on março 17, 2011 by olavosaldanha

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Este é um verdadeiro presente para os amantes da arte. Uma exposição em série das pinturas de um dos mais belos e importantes museus do mundo; o Hermitage. O leitor ainda poderá selecionar a obra que mais gostou durante a série de postagens e pedir uma cópia dela em tamanho grande. Enviarei imediatamente o link. Não deixe de visitar esta exposição.

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O Museu Hermitage é um dos maiores museus de arte do mundo e sua vasta coleção possui itens de praticamente todas as épocas, estilos e culturas da história russa, européia, oriental e do norte da África, e estão distribuídos em dez prédios, situados ao longo do rio Neva, em Leningrado, antiga São Petersburgo, Rússia. Sete desses prédios são monumentos artísticos e históricos de grande importância.

O Hermitage possui hoje um acervo de mais de três milhões de peças. O museu mantém ainda um teatro, uma academia musical e projetos subsidiários em outros países.

Quando a cidade de Leningrado foi sitiada pelo exército alemão na Segunda Guerra Mundial, as coleções do Hermitage correram um grande perigo de serem saqueadas (Veja o post sobre os saques na guerra). A maioria das obras de arte foi escondida no porão e as outras foram enviadas de trem para outras cidades. O museu foi transformado em um abrigo antiaéreo para sua proteção. O Hermitage foi reaberto em 08 de novembro de 1944, quando as coleções protegidas no porão foram colocadas novamente em exposição. Até 4 de novembro de 1945, sessenta e oito salas foram abertas ao público.

Diz-se que se alguém passar um minuto olhando para cada exposição individual, levaria cerca de 11 anos para ver todos as obras de arte.

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Referências de pesquisa: Site oficial do Museu (hermitagemuseum.org). O Palácio de Inverno e o Museu Hermitage (www.saint-petersburg.com/virtual-tour/hermitage.asp). Museu Hermitage Amisterdam (hermitage.nl/en/). Explorando o Hermitage (geographia.com/russia/peter02.htm). Fundação Museu Hermitage (hermitagemuseumfoundation.org/). .

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Tetsuya Ishida

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , on março 16, 2011 by olavosaldanha

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As obras de Tetsuya Ishida nasceram das agruras da vida real, como as sensações claustrofóbicas dos indivíduos e sua desorientação numa sociedade tecnologicamente avançada. Ele retratou isso com os elementos fantásticos do surrealismo, onde seu auterego está preso a máquinas ou animais, ou tratado como parte de uma linha de produção. Ishida foi um crítico fugaz da estrutura social japonesa, a qual ele dizia estar cheia de pessoas modernas escondidas dentro “da dor e da tristeza”. Em 2006, uma de suas obras alcançou o valor de 100 mil dólares.

Tetsuya Ishida Yaizu nasceu na província de Shizuoka, em 1973. Após graduar-se na Musashino Art University, representou com talento incomum a pintura japonesa. No entanto, deixou órfã toda uma geração de artistas quando, prematuramente, morreu vitima de um acidente ferroviário, em maio de 2005 aos 31 anos de idade.

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Referências de pesquisa: Site oficial do artista Tetsuya Ishida (tetsuyaishida.jp) . Museu da provincia Shizuoka de Arte (http://www.spmoa.shizuoka.shizuoka.jp/english/). Wada Fine Arte, galeria de arte (http://www.wadafinearts.com/#/artists/ishida/).

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A escultura de Philippe Faraut

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , on novembro 15, 2010 by olavosaldanha

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hilippe Faraut me faz lembrar um episódio bem interessante da minha vida. Evidente, guardando as devidas proporções artísticas. Fui contratado certa vez para trabalhar num determinado serviço, por que fui visto esculpindo em cera o corpo de uma mulher. Era uma amiga, que me enviara uma fotografia numa pose elegantíssima. A foto me foi enviada devido nosso laço carinhoso. Ela não sabia que eu esculpia, nem eu mesmo, aquela foto me jogou na qual seria a minha profissão. Descobri ali o meu amor, não por ela, já havia entre nós um amor descoberto, irrevogável, um amor que não se acaba, posto que não era paixão, nem romance. Era amor mesmo, puro e simples. Descobri o amor pela arte, pela criação.

Philippe Faraut se graduou em design e execução de mobiliário de estilo clássico francês e escultura de madeira, na Germain Sommeiller de Annecy, na França. No entanto, o artista desenvolveu um novo segmento na sua carreira, trabalhando na reconstrução de rostos para a área forense, recriando processos de envelhecimento do rosto humano, e para os estudos dedicados a outros ramos da expressão artística, como teatro, cinema, desenho e arte-educação.

O processo criativo de Faraut está numa série de vídeos e livros, incluindo o passo-a-passo, para esclarecer aos alunos as teorias e técnicas de escultura, mesmo em relação a materiais disponíveis. Desde 1992, ele realiza seminários de escultura viajando há mais de quinze anos os EUA e o Canadá, em cursos de formação dedicado a aspirantes e a escultores profissionais, em estúdios privados e instituições como o Museu de Belas Artes de Longview, Texas.

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Referências de pesquisa: Settemuse (http://www.settemuse.it). Site oficial do artista Philippe Faraut (philippefaraut.com) .

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Ron Mueck – O Processo Criativo

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , , on outubro 22, 2010 by olavosaldanha

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Numa exposição vemos o artista pronto, sem a bagunça do atelier, nem as sobras acumuladas pelos cantos. Para mostrar imagens do outro lado do glamour das exposições, o local do trabalho e o processo criativo, trouxe de volta Ron Mueck, um dos maiores artistas da atualidade. Também, para reforçar este visual caótico do atelier, Mueck fala em uma rápida entrevista dada a Sarah Tanguy (escritora e curadora independente), explicando a gênese do seu Untitled (Big Man) e da sua ousada adaptação técnica das convenções tradicionais.

Ron Mueck usa um processo de multi-estágios, que envolve uma série de experimentos e descobertas. Longe de ser um copista da natureza, ele revela a necessidade de fazer ajustes seletivos para maximizar o apelo físico e emocional de suas figuras. Suas obras convidam-nos para uma inspeção rigorosa de manchas, pêlos, veias, e de expressão, levando-nos em uma viagem psico-topográfica.

Eu recomendo que os leitores vejam primeiro a exposição das obras prontas e só depois o processo criativo. O fascínio aumenta. Veja a exposição Aqui. A entrevista está logo abaixo.

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Veja Imagens e Entrevista Aqui
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Referências de pesquisa: Sarah Tanguy (sarahtanguy.com). Trechos da entrevista de Ron Mueck a Sarah Tanguy para o ISC (International Sculpture Center), Fondation Cartier e James Cohan Gallery. Imagens e Letras em Exposicoes Incriveis Ron Mueck .

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Ferdinand Georg Waldmüller

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , on setembro 17, 2010 by olavosaldanha

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Ferdinand Georg Waldmüller (1793 – 1865) foi um dos pintores mais importantes da Áustria do período biedermeier¹. A caracterização precisa do rosto humano e a refinada descrição detalhada de texturas são alguns dos inúmeros aspectos da sua obra. Brilhante, explicativa, moralizadora e de crítica social. Influenciou toda uma geração de artistas. Waldmüller estava muito à frente de seu tempo.

Por sua observação meticulosa, WaldMüller ficou conhecido por seu conhecimento da natureza, o seu gosto pelo detalhe, o tratamento da luz e seu talento de colorista.

Uma figura chave na pintura austríaca, que lecionou por vários anos na Academia de Belas Artes de Viena, e depois seguiu carreira, principalmente como retratista. Em 1823 fez o retrato de Beethoven e alguns da realeza.

Waldmüller era o representante principal do estilo biedermeier. Exemplos dessa influência estão nas suas paisagens e cenas da vida quotidiana, celebrando os valores materialistas, requinte e elegância da burguesia da época.

Seu realismo precedeu a era da fotografia, uma arte em que ele mostrou grande interesse. Ainda, sua preocupação com a natureza inspirou a pintura pré-rafaelita do século 19. Mais tarde, sua reação com as normas oficiais artísticas de sua época, influenciou o movimento da secessão de 20th century na Áustria e na Alemanha.

Hoje, a mais completa coleção de obras WaldMüller podem ser encontrados em Belvedere, na Áustria. Seu trabalho também foi recentemente exibido no Museu do Louvre.

REF ¹ – A era biedermeier refere-se ao período histórico entre os anos de 1815, o Congresso de Viena, no final das Guerras Napoleônicas , e 1848, ano de revoluções . Embora o próprio termo é uma referência histórica, é utilizado também para designar o estilo artístico que floresceu nos domínios da literatura, da música, das artes visuais e do design de interiores. A arte do período desenvolveu-se tanto como uma reação e aceitação de um estado de limitação criativa.

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Fontes: publishers of The Grove Dictionary of Art. Liechtenstein Museum.

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Bruno Torfs

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , , , on maio 21, 2010 by olavosaldanha

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ntre as exuberantes florestas tropicais de Melbourne, na Austrália, está um dos jardins mais interessantes do mundo. O jardim é um lugar mágico, cheio de personagens fantásticos, como num conto de fadas ou numa narrativa mitológica. É onde o artista sul-americano Bruno Torfs cria seu mundo, com esculturas que surgem do nada e nos lugares menos esperados.

A arte está intrinsecamente ligada ao meio ambiente, quando não nasce das próprias pedras ou troncos de árvores, é colocada como complemento em perfeita harmonia, como num diorama.

Infelizmente, em 2009 um incêndio florestal de grandes proporções devastou toda a região e levou junto o jardim. Bruno e parte dos habitantes tiveram que sair da cidade por dois meses. Neste fatídico dia muitos morreram.

A reconstrução se deu a partir do nono mês. No entanto, ele teve que fazer um reflorestamento. Nas fotos, no final desta galeria, pode-se observar a destruição. A maior parte do seu tempo foi utilizada em limpeza e replantio. Esta não foi uma tarefa fácil. Foram centenas de toneladas de escombros removidos com a colaboração de seus amigos, parentes e familiares.

O jardim já está em pleno funcionamento e é um símbolo da perseverança deste grande artista.

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