Esculturas
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ntre as exuberantes florestas tropicais de Melbourne, na Austrália, está um dos jardins mais interessantes do mundo. O jardim é um lugar mágico, cheio de personagens fantásticos, como num conto de fadas ou numa narrativa mitológica. É onde o artista sul-americano Bruno Torfs cria seu mundo, com esculturas que surgem do nada e nos lugares menos esperados.

A arte está intrinsecamente ligada ao meio ambiente, quando não nasce das próprias pedras ou troncos de árvores, é colocada como complemento em perfeita harmonia, como num diorama.

Infelizmente, em 2009 um incêndio florestal de grandes proporções devastou toda a região e levou junto o jardim. Bruno e parte dos habitantes tiveram que sair da cidade por dois meses. Neste fatídico dia muitos morreram.

A reconstrução se deu a partir do nono mês. No entanto, ele teve que fazer um reflorestamento. Nas fotos, no final desta galeria, pode-se observar a destruição. A maior parte do seu tempo foi utilizada em limpeza e replantio. Esta não foi uma tarefa fácil. Foram centenas de toneladas de escombros removidos com a colaboração de seus amigos, parentes e familiares.

O jardim já está em pleno funcionamento e é um símbolo da perseverança deste grande artista.

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Mirko Siakkou diz que quando dirigia pela estrada e via a quantidade de pneus velhos amontoados, perguntava-se sobre o melhor destino para as montanhas de borracha. Pelo menos ele encontrou uma resposta inteligente – Arte. Dedicou-se, portanto, a criar esculturas surpreendentes e deslumbrantes de pneus retorcidos.

Siakkou adquiriu com os anos esta apurada habilidade artística, sendo capaz de aplicar as técnicas mais diversas e abrangentes para resolver os problemas de design que apareciam. A reciclagem, a reutilização, enfim, a forma de administrar o lixo foi uma das aberturas para novas formas de arte que ele encontrou. Nem tudo o que é lixo gera arte, é obvio, mas as esculturas criadas por Siakkou mostram que a arte pode ser criada dos elementos mais diversos e inusitados.

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as esculturas abaixo são obra da artista plástica norte-americana Camille Allen, ela faz esse trabalho lindíssimo com argila e alguns tipos de resina, precisamente com um material chamado polymer clay (argila polímera, em português). Muitas horas de paciente concentração são necessárias para esculpir bebês tão realísticos e terminar com detalhes, incluindo rugas e unhas. Allen faz suas obras para venda direta no seu site.
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odemos ver luminárias ou podemos ver só esculturas. Na verdade, Ayala Serfaty une esses dois aspectos e produz mobiliário e artigos de iluminação sob uma concepção totalmente artística, captando a essência da natureza na sua forma mais abstrata.

Ayala Serfaty tem hoje uma equipe competentíssima que inclui seu fotógrafo Albi Serafty e a designer Anna Gautier, todos muito preparados em escolas de arte. Ayala Serfaty, por exemplo, começou a sua trajetória estudando Belas Artes na Academia Bezalel de Arte e Design, em Jerusalém. Com a prática e a participação em exposições coletivas, Serfaty, naturalmente, transcendeu para o design e se colocou entre os principais designers contemporâneos.

É um trabalho único e inimitável levando ao extremo a manipulação e criação com polímero de vidro com 2 mm de espessura. Estes materiais extremamente frágeis são fabricados por Sergio Serra em Empoli, na Itália e conforme os pedidos, a fabrica produz os filamentos em diversas cores e transparências.. As obras já foram exibidas em grandes museus do mundo inteiro, entre eles o Museu de Artes e Design de Nova York, Tel Aviv Museum of Art, Hamburg Museum of Arts e Ofícios, o Centro Pompidou, em Paris, Londres, Victoria and Albert Museum, e o Cooper-Hewitt em Nova York. Também podem ser encontradas em coleções particulares e espaços públicos.

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n o coração da ilha de Nantes na França estranhas e fascinantes criaturas tomaram forma, aves e monstros pré-históricos, elefantes gigantes e bestas do mar à partir da imaginação de François Delarozière e Pierre Oréfice.

Montados em antigos estaleiros navais da cidade, estas máquinas de aço e madeira em forma de animais, com peças móveis, sistema hidráulico, rodas e guindastes são parte do projeto “Les Machines de l’Ile Nantes” para ativar o turismo na região.

Os criadores tem larga experiência em teatro de rua e cenas urbanas na Europa. Eles exploram nos últimos quinze anos a máquina e os objetos em movimento. Portanto, a população pode interagir com a exposição, as estruturas colossais são veículos moveis. A arte do movimento exerce um verdadeiro fascínio nas pessoas. Estas criações são a antítese do universo dos tradicionais parques.
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Esta postagem é também a contagem regressiva para a entrega da nossa nova coluna, que trará um assunto espetacular, o realismo fantástico. Em breve, portanto, mais leituras e imagens imperdíveis.
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Nantes

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para mostrar a arte de um escultor não muito famoso tenho que falar de outro artista, este um cantor. Vitas, Vitaliy Vladasovich, é um cantor, compositor, ator e design de moda da Letônia (ex-União Soviética). Sei que o leitor jamais ouviu falar dele, ou se ouviu, não lembra. Este jovem artista, 27 anos, é uma verdadeira febre no mundo inteiro. Intitula-se, nos seus clipes, um deus ou um guru iluminado. Exerce um exagerado fascínio sobre seus fãs. Vitas adquiriu sucesso mundial em muito pouco tempo. Ele lota platéias em todos os países onde se apresenta , porém, a barreira do idioma não permite que sua fama vá mais longe.

Mas, e o escultor? Trata-se do chinês Yuefei LU, membro da Academia de Arte Guangzhou. Yuefei LU presenteou o aniversariante Vitas (19 de Fevereiro) com uma escultura em tamanho real , 1.75m. O escultor enviou carta narrando sua devoção e a quase adoração dos fãs chineses.

Talvez o idioma não nos permita ter esta admiração exagerada pela obra de Vitas, mas quanto ao seu súdito, o escultor chinês, a linguagem deste transpõe qualquer barreira e acredito que o leitor do Imagens e Letras vai admirar a sua arte.

Caso queira conferir se o cantor é tão talentoso assim veja este clipe, e este.

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Hagens.
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aexposição “Corpo Humano como nunca o viu” (“Bodies – The Exhibition”, no original), choca e ao mesmo tempo fascina milhões de pessoas em todo o mundo. A iniciativa mostra a anatomia do corpo humano em todas as dimensões, para tomarmos consciência da nossa complexa “máquina”. O método e a matéria-prima utilizados continuam a ser o centro da discórdia: Dezenas de cadáveres e centenas de orgãos. Aqui estão patentes espécimes humanos reais para oferecer um manual visual do corpo humano, diz o comunicado oficial.O processo a partir do qual foi possível organizar a exposição tem suscitado um coro de críticas no mundo todo. Os espécimes foram alvo de métodos de preservação para impedir a decomposição e permitir a dissecação de “sistemas e estruturas específicos“. Preconizado pelo alemão Gunther von Hagens, o método da “plastinação” resume-se na imersão do espécime ou orgão dissecado «em acetona para evacuar toda a água do corpo» . Posteriormente, leva um «banho de polímero de silicone [como silicone de borracha ou o poliester]» e é «selado numa câmara em vácuo» . A «acetona sai do corpo em forma de gás e é substituída pelo polímero de silicone até ao nível celular mais profundo; O polímero de silicone endurece» e assim o espécime é preservado de uma forma perfeita, como se tivesse vida já que consegue manter o relevo original e a identidade celular.

Gunther von Hagens, conhecido como o escultor de cadáveres” ou o Salvador Dali do corpo humano“, tem vindo a enfrentar forte contestação por, alegadamente, ter comprado cadáveres de vítimas de execução na China. Em 2004, a Sociedade Internacional de Direitos Humanos chegou a exigir, em vão, o fim da exposição itinerante que tem recolhido em todo o mundo severas críticas e rasgados elogios.

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Hagens

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Mueck
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ron Mueck é um escultor australiano hiperrealista que ultiliza efeitos especiais cinematográficos para criar obras de arte. São incrivelmente realistas e se não fosse o tamanho das esculturas seria fácil confundi-las com pessoas.

Embora altamente detalhados, estes objetos geralmente eram concebidos para serem fotografados a partir de um ângulo específico para esconder a bagunça da construção vista do outro lado. Porém, Mueck queria produzir  esculturas cada vez mais realistas,  perfeitas de todos os ângulos.

Em 2002  sua  escultura  mulher  grávida,   foi  comprada  pela  National Gallery  of  Australia  por $ 800,000. Mueck nasceu em 1958 e cresceu vendo os pais construírem brinquedos.
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Ron

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2 Respostas to “”

  1. […] para novas formas de arte que ele encontrou. Nem tudo o que é lixo gera arte, é obvio, mas as esculturas criadas por Siakkou mostram que a arte pode ser criada dos elementos mais diversos e […]

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